11 a 15

outubro de 2020

Brasília - DF

Excursões

Idealizadores:
Luiz J.H. D’el-Rey Silva
Detlef H-G. Walde

Data: 05 a 09 de outubro (4 dias)
Nível de Dificuldade: Leve
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Inclusa Hospedagem em Caldas Novas
Número Máximo de Participantes: 20
Número Mínimos de Participantes: 5

Descritivo: During the excursion, the participants will live in a nest of superb attractions which include: good outcrops of Brasiliano Cycle tectonites (Neoproterozoic)exposing the fascinating geological evolution of a well-known structural window (the Caldas Novas Dome) and the Brasília Belt; visits to international resorts in order to collect geology, geochemistry and geophysics data about the underground thermal waters, aiming an active participation during the scientific discussion to be held in the morning of the excursion´s last day and destined to promote personal insights on the aquifer´s origin); and the exciting tourism city of Caldas Novas which is crowded of hotels, shops, restaurants, bars, and clubs where participants can enjoy the pools of thermal waters during the evenings, for which is required the payment ofa cheap fee.

Como é o percurso (ex.: carro, a pé, barco)? Qual tipo de veículo será necessário? Em caso de utilização de vias terrestre, qual a estimativa de quilometragem?

The total distance to be travelled by terrestrial means is about 900km, which includes the distance Brasília-Caldas Novas-Brasília (~560km)and the estimated total dislocation of ~340km during field work (access to outcrops, resorts, and so on…).

Grau de dificuldade (leve, moderado, exige condicionamento físico):

The excursion is light to very light in general, the accesses to the outcrops are normally clean and free of obstacles and, overall, the safety conditions are good. However,despite the geology of the key outcrop to be studied in the morning of the second day of the excursion is much exciting and that study site is one of the most visited touristic places in the Caldas Novas area, the access to the outcrops requires participants healthy and in normal physical conditions, capable to walk ~500m along a moderately-plunging gorge and implies to climb several steps with variable heights, some as high as ~40cm.

Eventualidades que podem cancelar a excursão (ex.: chuva, mal tempo)

Despite October is a month of climatic normality in the region, the fact that it coincides with the beginning of the wet season opens the possibility for heavy rains or storms and one of these may eventually imply cancellation of the excursion.

Roteiro:

1st Day – Monday (October, 5th, 2020). Departure from Brasília at 7:00 p.m.; lunch between noon and 1 p.m. in the city of Esplanada (west flank of the Caldas Novas Dome); field work in outcrops of poly-deformed passive margin meta-sedimentary rocks (sub-greenschist facies tectonites) of the Paranoá Group around the pools of thermal waters in the Pousada do Rio Quente Resort, where the group will observe the natural extrusion of thermal waters as hot as ~48 0C on surface and will receive first information on the water´s geochemistry; arrival in the hotel at Caldas Novas expected around 6 p.m.: accommodation, dinner, and overnight stay.

2nd Day – Tuesday (October, 6th, 2020). Starting at 8:00 p.m. (already inside the PESCAN) there will happen a whole morning of field work along the Paredão gorge in a key outcrop of Paranoá Group rocks of the eastern flank of the Caldas Novas Dome. The participants will note that the same D1-D3 tectonic structures which affect the layers in the western flank of the dome (Pousada do Rio Quente outcrops) are present in the eastern flank and are affected by a series of structures indicating the gravity slide of the Paranoá layers associated to the late stage of the dome´s uplift. The afternoon is spent with field work at key outcrops of poly-deformed back-arc basin rocks of the Araxá Group (upper greenschist to amphibolite meta-sedimentary tectonites of the Araxá nape – mica schist) along the western flank of the Caldas Novas Dome, where the participants should realize the regional relevance of the Araxá nape covering the Paranoá rocks.

REMARK 1: The first two days of the excursion will allow the understanding of the Caldas Novas Dome as a structural window and will provide vital information on the kinematics during the propagation of the D1-2-phase Araxá nape onto the autochthonous Paranoá passive margin, before the tectonic uplift of the Caldas Novas Dome (D3-phase).

3nd Day – Wednesday (October, 7th, 2020).  Starting at 8:00 a.m. in the field, the participants will be invited to perform awhole morning of field work on Araxá Group mica schist exposed in a large outcrop of the northeasternflank of the Caldas Novas Dome, where the same D1-D2 tectonic structures observed previously in Paranoá and Araxá rocksare affected in that particular outcrop by a new kind of structure indicative of the peculiar style of gravitational slide of the Araxá schist. In the afternoon: study of garnet-bearing Araxá mica schist inone outcrop situated along the road to Ipameri and another into the Resort Di Roma (inside the city of Caldas Novas), where the participants will note the D1-D3 regional structures and the absence of gravity sliding structures at places far from the border of the dome.

4th Day – Thursday (October, 8th, 2020).  Starting at 8:00 a.m. in the field, the day comprises: a whole morning of field work in two or three outcrops closer to the eastern-southeastern border of the dome in which the Araxá mica schist clearly display the whole set of D1-D3 tectonic structures affected by spectacular sets of gravity sliding structures; and, in the afternoon, a technical visit to the office of GEOCALDAS (a private company responsible for much of the local geological developments) during which the participants should attend an oral presentation about the important official project for preservation and sustainable use of the thermal waters, the opportunity to get informed on the vast inventory of geology, geochemistry and geophysics data which have supported recent attempts of 3-D modeling of the underground aquifer.

5th Day – Friday (October, 9th, 2020). Starting at 8:00 a.m. in the field, the day comprises the visit to the natural springs of thermal waters in the Lagoa Quente Resort in the northeastern limits of the city of Caldas Novas and the trip back to Brasília, where the arrival of the group is expected for 6 p.m. and the excursion ends.

REMARK 2: In the Lagoa Quente Resort, the participants will get informed on historical aspects of the discovery of the thermal aquifer, about 150 years ago, and will personally see the natural discharge of thermal waters as hot as 50 0C, in two very focused sites of 1m-diameter situated just 2m away of the cold waters of the voluminous Pirapitinga River. The impact of such discharge encourages each participant to join the group in the discussion that inevitably arises directly in the field about the possible ways of explaining the famous aquifer of thermal waters of Caldas Novas, considering the inventory of data brought to light during the excursion. Despite a general 3-D model can explain the focused channels necessary for the fast exhumation of the thermal waters each participant can achieve his own insight on such intriguing and spectacular natural phenomena.

Idealizadores:
Luiz J.H. D’el-Rey Silva
Leonel de Souza Barros Neto
Fernando Borges Rodrigues

Data: 16 a 23 de outubro (8 dias)
Nível de Dificuldade: Moderada
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Inclusa
Número Máximo de Participantes: 20
Número Mínimos de Participantes: 5

Descritivo: A excursão permite entender a evolução de parte regionalmente significativa do segmento norte da Faixa Brasília correspondente à transecta Campos verdes – Niquelândia, caracterizada por apresentar diversidade de litotipos, metamorfismos e deformações que tornam a geologia fascinante por si só. O começo da transecta é na parte sul do Arco Magmático de Goiás, na região que encerra o conhecido Distrito Esmeraldífero de Campos Verdes e o final corresponde à região de Niquelândia, que dentre outros litotipos encerra os complexos máfico-ultramáficos granulitizados de Niquelândia e Barro Alto, formados e exumados durante a orogenia brasiliana a ponto de ocorrerem na capa da Falha do Rio Maranhão, justapostas em contato tectônico sobre rochas de grau metamórfico bem menor dos grupos Araxá e Paranoá. Durante a excursão serão visitadas minas de esmeraldas e de níquel.

Como é o percurso (ex.: carro, a pé, barco)? Qual tipo de veículo será necessário? Em caso de utilização de vias terrestre, qual a estimativa de quilometragem?

A viagem é toda por via terrestre, a ser realizada em micro-ônibus ou van, dependendo do tamanho do grupo de excursionistas. O tempo equivalente a dois dias é consumido com transporte às áreas de trabalho, e os demais seis dias são destinados aos trabalhos científicos em si.

A distância total a ser percorrida é de ~2000km, partindo e voltando a Brasília (UnB). Esse total inclui a distância de ~500km de Brasília a Campos Verdes de Goiás, mais a distância de ~600km de retorno a Brasília (via Niquelândia), e mais 900km a serem percorridos durante os dias de trabalho de campo.

Quatro pernoites, nos dias 16 a 19 de outubro, serão na cidade de Campos Verdes, alternativamente em Santa Terezinha de Goiás. Três pernoites, nos dias 20 a 22 de outubro, serão na cidade de Niquelândia.

Grau de dificuldade (leve, moderado, exige condicionamento físico):

O grau de dificuldade geral é de leve a moderado, porém as atividades durante o dia destinado ao estudo da Falha do Rio Maranhão no campo requer caminhada de ~500m em pasto de fazenda e ~300m ao longo do leito muito pedregoso do rio Vermelho, com subida e descida ao longo de faces de vários blocos de dimensões métricas. Sendo assim, a participação no referido dia da excursão só é recomendada para pessoas saudáveis e em condições físicas normais.

Eventualidades que podem cancelar a excursão (ex.: chuva, mal tempo):
Condições de chuva severa ou tempestades não são muito raras no mês de outubro, especialmente na região de Campos Verdes e, se ocorrerem, podem resultar em eventual cancelamento da excursão.

Roteiro:

DIA 1 – Sexta-feira, 16 de outubro. Saída de Brasília às 07hs da manhã, chegada em Campos Verdes às 14:30hs do mesmo dia. Hospedagem e acomodação do grupo até 16:30hs. De 16:30 a 17:30hs será feita apresentação da geologia regional e local aos participantes, no saguão do próprio hotel, com utilização de computador e projetor multi-mídia.

DIA 2 – Sábado, 17 de outubro. Começando no campo às 8hs da manhã, o dia é todo dedicado ao estudo de detalhe das rochas da Sequência Santa Terezinha no afloramento do Rio do Peixe, uma exposição tri-dimensional de escala hectométrica que permite observação dos litotipos, metamorfismos e deformações e também que se alcance o entendimento da evolução estrutural do Distrito Esmeraldífero e do Sinclinório do Rio do Peixe por meio da discussão a ser com todos os participantes no próprio afloramento.

DIA 3 – Domingo, 18 de outubro. Começando no campo às 9hs e, a partir daí até as 13hs, será feito estudo de detalhe ao longo de uma sequência de afloramentos espetaculares de granitos milonitizados e gnaisses regionais que caracterizam o domínio regional da geologia de Campos Verdes. Entre 16hs e 18hs, no saguão do hotel e com apoio de slides, será realizada discussão sobre a geologia e evolução geológica da Faixa Brasília e mineralizações de esmeraldas com base nos dados da região de Campos Verdes

DIA 4 – Segunda-Feira, 19 de outubro. O dia é destinado a visitas a minas de esmeraldas e ao mercado popular de esmeraldas na cidade de Campos Verdes. Ao final da tarde os participantes assistem breve apresentação sobre a geologia regional da região de Niquelândia e sobre o roteiro sumário das atividades dos próximos quatro últimos dias da excursão que estará sediada naquela cidade. DIA 5 – Terça-Feira, 20 de outubro. Manhã, entre 07 e 12hs: Translado de Campos Verdes para Niquelândia. Tarde: entre 13 e 17hs: Estudo de alguns litotipos do complexo Máfico-Ultramáfico do Complexo Niquelândia em afloramento-chave; visita a mirante de observação especial objetivando visualização do panorama geológico para que os excursionistas possam entender o significado tectônico da ocorrência de metasedimentos do Grupo Paranoá (tectonitos de baixo a muito baixo grau metamórfico) que aflora abaixo (topográfica e estruturalmente) das rochas do Complexo de Niquelândia; estudo de afloramento dos milonitos da Falha do Rio Maranhão em afloramento didático na praça da igreja, bem ao centro de Niquelândia.

DIA 6 – Quarta-Feira, 21 de outubro. Entre 08hs e 17:30hs – Estudo das rochas do Grupo Paranoá (litotipos, deformações e metamorfismos) ao longo do perfil Abadia do Moquém – Niquelândia cujo final envolve afloramentos em ambos os lados da Falha do Rio Maranhão no seio da cidade de Niquelândia.

DIA 7 – Quinta-Feira, 22 de outubro. Entre 08hs e 17hs – Estudo de rochas siliciclásticas e carbonáticas do Grupo Paranoá em dois afloramentos da capa da Falha do Rio Maranhão, objetivando entendimento da deformação e metamorfismo no domínio central da geologia da região. Estudo da Falha do Rio Maranhão em diversos afloramentos especiais ao longo das nascentes do Rio Vermelho, ~50km a sudoeste da cidade de Niquelândia.

DIA 8 – Sexta-Feira, 23 de outubro. Entre 08 e 10hs – Discussão no saguão do hotel em Niquelândia a respeito da geologia regional, da evolução da Falha do Rio Maranhão e da exumação dos complexos M-UMgranulitizados. Entre 10 e 17hs –Translado por via terrestre de Niquelândia para Brasília. No caminho serão vistos brevemente dois afloramentos de rochas Paranoá que compõe o domínio a leste do Complexo M-Um de Barro Alto. Chegada na UnB e encerramento da excursão às 18hs.

Idealizadores:
Carlos Emanoel de Souza Cruz
Carlos Jorge de Abreu

Data: 07 a 10 de outubro (4 dias)
Número Máximo de Participantes: 20
Número Mínimos de Participantes: 5
Hospedagem: Incluso
Alimentação: Não Incluso

Descritivo: A borda ocidental da Bacia do São Francisco é constituída por uma sucessão de rochas siliciclásticas e carbonáticas depositadas durante o Mesoproterozoico e o Neoproterozoico. Durante a Orogênese Brasiliana, esta bacia foi tectonicamente segmentada em compartimentos sem deformação a leste da Falha de São Domingos e aqueles a oeste com intensidade diferenciada de deformação.

A Falha de São Domingos expôs mais de 2.000m das megassequências Paranoá e São Francisco, que serão analisadas neste trabalho.  Uma complexidade estratigráfica ocorre no limite entre essas duas megassequências com perda parcial e total de suas sequências.

Martins (1999) e Martins e Lemos (2007) individualizaram a Megassequência Paranoá como depósitos de margem passiva e a Megassequência São Francisco para os depósitos de mar interior e foreland, individualizando quatro sequências estratigráficas nesta última megassequência: Sequência 1, correspondendo aos depósitos glaciogênicos da Formação Jequitaí; Sequência 2, correspondendo litoestratigraficamente aos carbonatos da base da Formação Sete Lagoas; Sequência 3, litoestratigraficamente abrangendo a parte superior da Formação Sete Lagoas até o topo da Formação Lagoa do Jacaré e Sequência 4, correspondendo aos depósitos siliciclásticos das formações Serra da Saudade e Três Marias. A carta estratigráfica proposta para a Bacia do São Francisco (Zalán e Romeiro-Silva, 2007) individualiza três superssequências: Superssequência Rifte, incluindo os depósitos da fase rifte do Supergrupo Espinhaço, de acordo com Martins Neto e Alkmim (2001); Superssequência Intracratônica, incluindo o preenchimento da bacia pelos grupos Macaúbas, Paranoá e Vazantes a Superssequência Intracratônica/Antepaís, com as rochas do Grupo Bambuí, limitadas na sua base por uma discordância. Neste trabalho, consideramos que o Grupo Macaúbas é um equivalente temporal dos diamictitos da Formação Jequitaí e pertencem a uma sequência mais nova que o Grupo Paranoá. No limite entre as megassequências Paranoá e São Francisco, processos erosivos foram responsáveis pela perda de espessas sucessões estratigráficas, o que dificulta a interpretação estratigráfica desse intervalo. Os depósitos glaciais da Formação Jequitaí não ocorrem nessa região, sugerindo erosão ou não deposição dessas rochas.

A falha de São Domingos é a feição geológica que separa as rochas Meso-Neoproterozoicas não deformadas que recobrem o Cráton do São Francisco daquelas que sofreram a deformação da Orogênese Brasiliana e estão incluídas na Faixa de dobramentos de Brasília. Essas características fazem desta região uma excelente área para o estudo dos grupos Paranoá e Bambuí.

Idealizador:
Nilson Botelho

Data: 16 a 19 de outubro (4 dias)
Nível de Dificuldade: Moderada
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Inclusa
Número Máximo de Participantes: 15
Número Mínimos de Participantes: 10

Descritivo: O roteiro inclui visitas a afloramentos de rochas graníticas variadas e a minas em atividade e garimpos (a maioria abandonados). O itinerário passa pela Chapada dos Veadeiros com final na cidade de Cavalcante.

Roteiro:
Brasília – Nova Roma – Teresina de Goiás – Cavalcante- Brasília

(Cidades dormitório: Nova Roma e Teresina de Goiás)

Idealizadores:
Carlos Emanoel de Souza Cruz
Carlos Jorge de Abreu

Data: 16 a 20 de outubro (5 dias)
Número Máximo de Participantes: 20
Número Mínimos de Participantes: 10
Alimentação: Não Inclusa
Hospedagem: Inclusa
1ª Pernoite será dia 17 para dia 18/10/2020 em Picos, PI.
2ª Pernoite dia 18 para o dia 19/10/2020 em Floriano, PI.

Descritivo: A Bacia do Parnaíba está localizada na porção nordeste do Brasil, com extensão de 600.000km². É uma depressão intracratônica aproximadamente circular, do Paleozoico, com uma seção sedimentar que alcança 3.500 m de espessura. A excursão será realizada entre as cidades de Teresina, Floriano, Picos no estado do Piauí e próximo a Barão de Grajaú no Maranhão.

Tem como principal objetivo mostrar in loco aos participantes, as fácies sedimentares, os processos formadores, a sucessão vertical das fácies (empilhamento), e elaborar um modelo deposicional e estratigráfico para a seção paleozoica, assim como observar as rochas intrusivas (diabásio) aflorantes e os aspectos tectônicos da bacia. Paralelamente, entender a geologia, do ponto de vista sedimentológico e estratigráfico, importantes para a formação dos sistemas petrolíferos da bacia.

Uma feição marcante no arcabouço estrutural da Bacia do Parnaíba é representada pela Zona de Falha Transbrasiliana/Lineamento Transbrasiliano (LTB). Este lineamento, com cerca de 3.000 km de extensão total e orientação geral SW-NE, atravessa todo o país e a bacia em sua porção SE, onde produz importantes estruturações, seguindo para SW através da região central do Brasil.

Deslocamentos:

Teresina (PI), Picos (PI), Floriano (PI), Teresina (PI).

Pernoites:

1ª Pernoite será dia 17 para dia 18/10/2020 em Picos, PI.

2ª Pernoite dia 18 para o dia 19/10/2020 em Floriano, PI.

Idealizadora:
Joana Paula Sánchez

Data: 16 a 19 de outubro (4 dias)
Nível de Dificuldade: Moderada
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Inclusa
Estadia: Inclusa
Número Máximo de Participantes: 15
Número Mínimos de Participantes: 10

Descritivo:
Dia 01: Saída de Brasília-Chegada em Alto Paraíso-Loquinhas
Dia 02: Vale da Lua e mirante da Janela
Dia 03: Parque Nacional
Dia 04: Retorno a Brasília

Idealizador:
Marco Antonio Caçador Martins Ferreira

Data: 17 de outubro (1 dia)
Nível de Dificuldade: Leve
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Não há
Número Máximo de Participantes: 18
Número Mínimos de Participantes: 7

Descritivo: Os rods, ou barras de quartzo, são estruturas deformacionais relativamente raras, porém, onde ocorrem saltam aos olhos por serem belíssimas estruturas lineares. No Parque dos Pireneus os rods ocorrem em várias formas e dimensões, podendo ultrapassar 5 metros de comprimento. Os rods são resultantes de deformação por constrição em oposição às panquecas, formadas por achatamento. Ambos ocorrem na região e estão intimamente relacionados ao processo de dobramento que afetou a região durante a orogenia Brasiliana no Neoproterozóico. A análise geométrica dessas estruturas lineares e planares pode auxiliar no mapeamento do padrão de dobramentos que afetou a região, bem como revelar detalhes inusitados em relação aos mecanismos de formação dos rods, até hoje pouco compreendidos.

Visitaremos 6 afloramentos de excelente qualidade com ocorrência de dobras, rods e panquecas associados ao processo de dobramento bem como clastos de conglomerados estirados e achatados dentro do Parque Estadual dos Pireneus e nas redondezas do mesmo. Todos os pontos estão descritos e enumerados no guia de campo e plotados em mapa de localização.

Idealizadores:
Natalia Hauser
Wolf Uwe Reimold

Data: 16 a 20 de outubro (5 dias)
Nível de Dificuldade: Moderada
Forma de Deslocamento: Ônibus
Alimentação: Café da manhã e lanche serão providenciados pelo hotel
Estadia: Inclusa
Número Máximo de Participantes: 20
Número Mínimos de Participantes: 6

Descritivo:

Atrativos geológicos:

  • O Domo de Araguainha é a maior e melhor preservada das estruturas de impacto identificadas em América do Sul.
  • O impacto gerou uma janela estratigráfica e porem uma excelente exposição das unidades do Paleozoico da Bacia do Paraná.

Atrativos geográficos/turísticos:

  • Grande quantidade de cachoeiras (durante a viagem pretende-se fazer uma visita em uma das mais famosas cachoeiras de Mato Grosso, Cachoeira Couto de Magalhães).

Como é o percurso (ex.: carro, a pé, barco)? Qual tipo de veículo será necessário? Em caso de utilização de vias terrestre, qual a estimativa de quilometragem?

Aproximadamente 1800 Km: Brasília-Goiânia-Rio Verde-Mineiros-Portelândia-Ponte Branca.

Grau de dificuldade (leve, moderado, exige condicionamento físico):

Moderado, mas caminhadas longas (~5 km) foram programadas.

Roteiro:

Primeiro dia: viagem Brasília-Ponto Branca. Alternativamente o destino será Alto Araguaia, se o ônibus alugado não roda em estrada de chão.

Segundo dia: -Visita na Cachoeira Couto de Magalhães. -Almoço na fazenda da Laura. -Perfil de aproximadamente de 22 km (em ônibus) no sentido SW-NE da estrutura de impacto pela rodovia não asfaltada MT-100. O perfil permitirá apreciar as unidades do Paleozoico Superior da Bacia do Paraná afetadas pelo impacto, principalmente os Grupo Passa Dois e Formação Aquidauana. Assim também, a fantástica deformação associada com o impacto poderá ser observada. -Já no final do dia, depois da cidade de Araguainha, faremos uma parada para apreciar o central uplift, típico de estruturas de impacto complexas, como Araguainha é. Desde aqui poderá ser observada a Formação Furnas (Dv) afetada por deformação dúctil.

Nosso primeiro dia finalizara no Morro da Antena desde onde poderemos ter uma visão única o central uplift e da distribuição de rochas de impacto. A caminhada até o Morro da Antena nos permitira ver um dos tipos de depósitos associados com o impacto, as brechas polimícticas e das enigmáticas bombas hematiticas (só as pequenas). -Chegada em Ponte Branca a aproximadamente 20:00 hs.

Terceiro dia: -Serra da Arnica: na direção para a cidade de Araguainha, iremos parar na Serra da Arnica. A mesma esta formada pelas rochas da Formação Furnas, deformadas ductilmente. A serra representa a maior elevação na área. -Caminhada de aprox. 5 km no setor SW do central uplift. O objetivo desta caminhada é apreciar a distribuição das rochas alvo (granito de Araguainha, Grupo Cuiabá e parte basal das unidades sedimentares da bacia do Paraná) e de rochas modificadas (granito transicional) e geradas pela fusão do impacto (em inglês são chamadas de impact melt rocks ou em português, rochas fundidas pelo impacto). -O perfil terminará saindo da Fazenda Santa Maria, sobre a rodoviária MT-100 a aproximadamente 16:00 hs. Neste ponto afloram as rochas do Grupo Cuiabá. Evidencias macroscópicas diagnosticas do impacto, belíssimos de shatter cones (em português cones de estilhaçamento) poderão ser apreciados. -Churrasco na Fazenda no pe da Serra da Arnica.

Quarto Dia: Caminhada de aprox. 6 km no setor NE do central uplift. Neste setor iremos fazer uma transecta entre o colar interno (Formação Furnas deformada) e a rochas fundidas pelo impacto. Dos tipos foram reconhecidos e aqui teremos a possibilidade de apreciar, mas o segundo tipo (arenitos e conglomerados fundidos). Fantásticos conglomerados com os seixos cisalhados e recristalizados, conglomerados parcialmente fundidos e porções de brechas polimícticas poderão ser apreciados. No final iremos passar no meio deste colar interno. -Volta para o Hotel a aprox. 19:00 hs.

Quinto dia: Retorno Saída de Ponte Branca: 8:00 Chegada em Brasília: 20:00

Idealizador:
José Eloi Guimarães Campos

Data: 10 de outubro (1 dia)
Nível de Dificuldade: Leve
Forma de Deslocamento: Ônibus ou Micro ônibus
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Não há
Número Máximo de Participantes: 30
Número Mínimos de Participantes: 10

Descritivo: Visita às rochas do recém proposto Grupo Quilombo e uma exposição do embasamento da FDB em alto estrutural.

Roteiro: Saída de Brasília em direção a Unaí às 7h.

Primeira parada – visita a rochas do embasamento da Faixa Brasília expostas em janela estrutural.

Segunda parada – exposição de filtos e quartzitos do Grupo Canastra.

Terceira parada – exposição de metarritmitos turbidíticos da Formação Ribeirão da Porteira do Grupo Quilombo.

Quarta parada – exposição de rochas pelíticas da Formação Ribeirão do Franco do Grupo Quilombo.

Quinta parada – exposição de rochas vulcânicas da Formação Ribeirão do Franco do Grupo Quilombo.

Sexta parada – exposição de falhas de descolamento que coloca rochas do Grupo Paranoá sobre rochas do Grupo Bambuí.

Sétima parada – visita a pedreira desativada de carbonato do Grupo Vazante.

Retorno a Brasília às 17h.

Idealizador:
Luis Tomas Azevedo de Mello

Data: em breve (tour de 1 (um) dia)
Nível de Dificuldade: Haverá pequena caminhada área rural. Pode haver insetos como carrapatos e risco muito pequeno de animais peçonhentos. Recomendado ir com calçado apropriado para andar em terra ou trilha e levar boné/chapéu e protetor solar para peles mais sensíveis e repelente se desejar.
Forma de Deslocamento: A pé
Caminhada de 40min
Alimentação: Não Inclusa
Estadia: Não há
Número Máximo de Participantes: 30
Número Mínimos de Participantes: 1

Descritivo: O objetivo do passei é o de conhecer como é feita a coleta de dados hidrológicos compreender a importância de uma rede de monitoramento.

O trajeto é via terrestre e deslocamento de aproximadamente 40 min. Para ir e 40 min para voltar.

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